quarta-feira, 5 de maio de 2010

Parque Central mistura história do futebol mundial com características de várzea....



Foi no estádio do Nacional-URU que o Brasil marcou o primeiro gol em Copas do Mundo.

O local da partida entre Cruzeiro e Nacional-URU, nesta quarta-feira, é histórico para o futebol brasileiro, independentemente das condições atuais do estádio. O Parque Central, com capacidade para apenas 20 mil torcedores, impressiona pelo acanhamento. Dirigentes do Cruzeiro chegaram a comparar o estádio com o Parque do Azulão, em Andradas.
Palco da Copa do Mundo de 1930, o Parque Central foi inaugurado em 1900.

Pela competição, seis partidas foram disputadas no local, entre elas a estreia do Brasil em Copas. Foi também nesse estádio que o Brasil marcou o seu primeiro gol: Preguinho balançou a rede na derrota para a Iugoslávia por 2 a 1.

O gramado do Parque Central é também menor que o do Mineirão, por exemplo, casa do Cruzeiro. O estádio de Belo Horizonte mede 110m x 75m. Já o do Nacional mede 98m x 68m. A diferença é percebida facilmente. As laterais estão muito mais perto da linha da grande área.

- Temos que ter toda a atenção possível. No Parque Central, o lateral vira escanteio - disse o técnico Adilson Batista.
Na verdade, o estádio se parece mesmo com alguns outros do interior do Brasil ou com campos de várzea. Não existe estacionamento, e os jogadores descem do ônibus no meio dos torcedores. Os bancos de reservas são próximos um do outro, e a entrada dos atletas em campo se dá pelo mesmo lugar.

Os torcedores ficam muito próximos ao gramado. Em determinados locais, como perto das bandeiras de escanteio, a distância é menor que um metro. As acomodações da imprensa também são acanhadas, e as cabines de transmissão não são isoladas dos torcedores.

Mais de 20 mil torcedores adquiriram os ingressos de forma antecipada. A diretoria do Nacional escolheu o estádio justamente para pressionar o Cruzeiro, que tem a vantagem de poder perder por até um gol de diferença.


Fonte:globoesporte.com

Abraços,

Reeisper.

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