domingo, 16 de outubro de 2011

São Paulo cai em campo, e Adilson CAI, fora das quatro linhas

Adilson Batista não é mais técnico do São Paulo




  Adilson Batista não é mais técnico do São Paulo. Após a derrota para o Atlético-GO por 3 a 0, neste domingo, no Serra Dourada, a diretoria do Tricolor se reuniu com o treinador e após uma longa conversa foi definida a sua saída do clube.
  Adilson assumiu o São Paulo justamente na partida contra o Atlético-GO, no Morumbi, pelo primeiro turno do Brasileiro. Neste período, o comandante somou 22 partidas, sendo sete vitórias, nove empates e seis derrotas.
 "O Adilson não é mais técnico do São Paulo na sequência da temporada. O trabalho se encerra no dia de hoje. Agradeço por este período no clube e desejo boa sorte na sequência da carreira", ressaltou o Adalberto Baptista, diretor de futebol do São Paulo
  Sem ele, o coordenador-técnico Milton Cruz comandará a equipe diante do Libertad (PAR) na próxima quarta-feira, no Morumbi, pela Sul-Americana. Neste ano, após a saída de Carpegiani, Milton comandou o Tricolor nas vitórias sobre o Cruzeiro (2 a 1) e Internacional (3 a 0), ambas pelo Brasileiro.
 "Gostaria de agradecer ao São Paulo pela possibilidade de trabalhar aqui. Para mim é como se estivesse na Seleção, pela camisa, estrutura, comissão de trabalho e pela lealdade das pessoas. Mas futebol é assim, infelizmente o segundo turno não tem sido dos melhores", agradeceu Adilson Batista
*Fonte: SPFC
Abs
Dan Castanho - TRI Mundial !!!

Sem chance ...

  Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, presidente do Santos descartou qualquer possibilidade de Giovanni voltar a vestir a camisa do Peixe no Mundial em Dezembro. 
 “Não vejo chance. Os 23 jogadores que vamos levar precisam ser escolhidos a dedo. Todos precisam ser úteis, por isso não faz sentido levar alguém que não joga faz tanto tempo. E nós trouxemos o Giovanni de volta, cumprimos com todas as nossas obrigações, mas ele quis sair antes do fim de do contrato, brigou com o Dorival Júnior. Quisemos fazer uma partida de despedida para o Giovanni, ele não quis. Agora não faz sentido.”
  A declaração do cartola santista, foi feita ao jornalista Ricardo Perrone da Folha, e acaba com qualquer sonho do "Messias" em voltar vestir a famosa camisa 10 do time praiano.

Abs
Dan Castanho

sábado, 15 de outubro de 2011

Conflitos entre Corinthians e SPFC minam G4

  As constantes desavenças entre Andrés Sanchez, presidente do Corinthians, e Juvenal Juvênio, presidente do São Paulo, têm minado a atuação do G4, entidade composta por ambas as equipes, mais Palmeiras e Santos. Como a rivalidade é acirrada publicamente, inclusive pelo marketing dos dois times, o grupo implodiu.
  Um dos críticos do confronto entre Sanchez e Juvêncio é outro componente do órgão paulista. Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, presidente do Santos, já afirmou publicamente que o G4 só não gera os resultados que se espera dele pois os parceiros não se entendem. Essa inimizade, diz ele, está impedindo novos negócios.
  No ano passado, houve reuniões mensais entre os presidentes das quatro equipes paulistas que integram a elite nacional, mas os encontros foram significativamente reduzidos nesta temporada. As negociações feitas pela entidade, por outro lado, também caíram. "O G4 não andou um milímetro neste ano", diz fonte ligada ao grupo.
  O problema é admitido por José Carlos Peres, diretor-executivo do órgão. "Os dois deveriam estar mais unidos, para que a gente fizesse mais negócio, e eles sabem que atrapalham com essas confusões", afirma o dirigente. A falta de unidade entre os clubes, ilustrada pelo confronto entre presidentes, é sentida em tratativas.
  Quando Peres visita companhias para tratar de patrocínios coletivos a Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, relata ele, muitos executivos dizem que nem sequer sabiam que a entidade existia. "As empresas me perguntam se o G4 realmente existe, e quando explico o que fazemos, eles ficam bastante surpresos", conta.
  Após cerca de dois anos de atuação, a entidade paulista conseguiu resultados escassos. A principal conquista é o patrocínio da Femsa ao quarteto, distribuidora das marcas Coca-Cola e Kaiser no Brasil. A Caixa Econômica, que pretende fazer "raspadinha" dos clubes, viu o negócio emperrar por conflitos jurídicos com a Timemania.
  Movimentos unilaterais também prejudicam negociações. No último ano, o G4 conversava com instituições financeiras para conseguir aporte coletivo, inclusive com inserção de logotipo nos calções. O Banco do Brasil chegou a se aproximar do acerto. Mas a chegada individual do BMG a Palmeiras, Santos e São Paulo destruiu os planos.
 "A partir do momento em que os times nem mesmo põem o banner do G4 nos sites oficiais, eu fico inofensivo", acrescenta Peres, que se diz cansado da falta de união entre os clubes e das brigas entre Sanchez e Juvêncio. "É óbvio que, quando alguém vai investir e vê um falar mal do outro, gera insegurança", completa.
   Além da desunião entre clubes, ainda há falta de consenso dentro das próprias equipes. O São Paulo, desde o início, está rachado em relação à participação no órgão. Um grupo de dirigentes, liderado pelo atual diretor de futebol, Adalberto Baptista, é favorável ao G4, enquanto outra ala são-paulina diz que já previa o fracasso desde o princípio.

*Fonte: Máquina do Esporte
Abs
Dan Castanho

Kléber não joga mais no Palmeiras

A decisão foi tomada pelo presidente Arnaldo Tirone. Felipão disse “eu ou ele” e teve a posição aceita pelo mandatário palmeirense.

Nenhum dos lados pagará a multa rescisória pelo acordo selado entre as partes.

O Palmeiras estuda proposta para negociar o atacante e “fazer” dinheiro. Imagina-se algo em torno de 4 milhões de euros.

Kléber treinará apenas na Academia de futebol até que a forma de saída dele seja definida.

O casamento entre Palmeiras e Kléber termina assim.


*Fonte: Leandro Quesada (Bandeirantes/Uol)
Abs
Dan Castanho

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

De volta ao Corinthians, Ralf mostra surpresa com derrota

Após defender a Seleção Brasileira nos amistosos contra Costa Rica e México, o volante Ralf desembarcou nesta quinta-feira no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Cansado por conta da longa viagem entre a Cidade do México e São Paulo, que atrasou quase duas horas, o jogador passou rapidamente pelo saguão de desembarque, mas não deixou de manifestar sua surpresa pela derrota por 2 a 0 do Corinthians para o Botafogo, na última quarta.
- Faz parte. Não era o que eu esperava. Fiquei surpreso quando liguei para São Paulo e me contaram que estava 2 a 0. O campeonato está muito disputado. Faz parte do show – disse Ralf.

Com o resultado, o Timão pode perder a liderança do Campeonato Brasileiro caso o Vasco supere o Atlético-PR na noite de hoje, em Curitiba. Além da derrota diante do Botafogo, Ralf também foi desfalque no time do técnico Tite na goleada por 3 a 0 sobre o Atlético-GO. Agora, ele volta à equipe para o confronto com o Cruzeiro, no próximo domingo, às 16h, na Arena do Jacaré.

Fonte: GloboEsporte


Detalhe: fim do primeiro tempo em Curitiba. Atlético-PR 2 x 0 Vasco. Se manter o placar, o Corinthians continua líder, mesmo com a derrota.

E VAI CORINTHIAAANS!!!

Abs,

Renatinha